terça-feira, dezembro 23, 2008

No Natal eduque para a sobriedade

Todos têm direito igual ao Natal.
Todos têm a mesma necessidade do Natal.
Do seu mistério original e dos seus valores culturais permanentes.
Todos precisamos do Natal.
Celebração - Dia 25 de Dezembro - 14.30 h

domingo, dezembro 14, 2008

Maria une Oriente e Ocidente

Maria é um “tesouro”, um “dom” que permite conhecer ao próprio Cristo, é a “mãe de todos os homens” que possibilita unir o Oriente com o Ocidente.

“É uma pessoa que pode nos ajudar a descobrir o próprio Senhor, porque é a pessoa que melhor conheceu Cristo”. “Se como é um dom para todos, nós todos os discípulos de Cristo podemos nos unir verdadeiramente e se converte num ecumenismo vivido”.

Ajudai-nos a crer no bem


Bento XVI faz a tradicional homenagem floreal à estátua da Virgem Maria na Praça Espanha e reza a fim de que os cristãos sejam a alma do mundo
Segunda-feira, na Praça Espanha em Roma, Bento XVI realizou o tradicional ato de veneração à Imaculada, prestando uma homenagem floreal aos pés da estátua da Bem-aventurada Virgem Maria na central praça, na solenidade da Imaculada Conceição. “Dirigindo o olhar a Maria – disse o Papa – reconhecemos N’Ela o “sorriso de Deus”, o reflexo imaculado da luz divina, reencontramos N’Ela nova esperança mesmo estando no meio aos problemas e dramas do mundo.

"Sim, oh Maria, ajudai-nos a crer com confiança no bem, a apostar na gratuidade, no serviço, na não violência, na força da verdade; encorajai-nos a permanecer acordados, a não ceder à tentação de fáceis evasões, a enfrentar a realidade, com os seus problemas, com coragem e responsabilidade”.

Bento XVI confiou em seguida à Imaculada sobretudo os “pequenos” de Roma, as crianças, especialmente aquelas gravemente enfermas, os jovens em dificuldade, os anciãos que vivem sozinhos, os doentes, os imigrantes “que encontram dificuldade em ambientarem-se”, e as famílias que tem dificuldades em passar o mês. A Maria, o Papa pediu enfim que faça com que todos os cristãos sejam “sentinelas da manhã”, alma do mundo neste não fácil período. A vossa Beleza, concluiu, “nos assegura que é possível a vitória do amor”.

quarta-feira, dezembro 10, 2008

O Hugo e o Celso foram ordenados diáconos


Foram ordenados Diáconos, no passado dia 8 de Dezembro, na Sé Catedral da Guarda, o Celso Marques, natural de Barco, concelho da Covilhã, que está em estágio pastoral, no arciprestado de Celorico da Beira e o Hugo Martins, natural de Celorico da Beira, que está a fazer o estágio pastoral em Loriga, concelho de Seia.


"Confio à oração de todos os fiéis da nossa Diocese estes dois candidatos aos graus do Sacramento da Ordem. Pedimos que eles venham a ser Sacerdotes segundo o Coração de Cristo. Pedimos, também, por todos aqueles que já somos sacerdotes, a exercer o Ministério nas diferentes comunidades e serviços da nossa Diocese, para que aproveitemos a oportunidade deste grande acontecimento da Diocesano e da Igreja como tal para renovarmos a nossa total entrega à causa de Cristo, Sumo e Único Sacerdote; rezamos ainda para que o Senhor desperte muitas e santas vocações sacerdotais, religiosas e missionárias nas nossas comunidades. Tenhamos presentes também, na nossa oração, os Seminários Maior e Menor e ainda o Pré-Seminário para que sejam os instrumentos que Deus quer, na hora presente, para despertar, acompanhar e preparar bem para o exercício do Ministério Ordenado aqueles que Deus chama”. D. Manuel da Rocha Felício

segunda-feira, dezembro 08, 2008

Festa da Padroeira



Os cristãos – católicos e protestantes – reconhecem que a santidade começa com a graça, o dom, de Deus; sabem que são felizes aqueles que, acolhendo o dom de Deus com generosidade, dão frutos de vida.
Dito isto, o protestantismo acha que todo o tempo é pouco para falar de Jesus Cristo, e os santos podem ser deixados na sombra. A Igreja Católica entendeu desde o princípio que honrar os santos e honrar o próprio Deus.
Gosta, sobretudo, de honrar Maria, que o anjo da Anunciação saudou como a “cheia da graça”; aquela que deu a luz o Filho de Deus e o acompanhou até à tarde da cruz; e que, nessa tarde, Jesus designou como Mãe de todos os homens.
Da vida de Maria, nós sabemos muito pouco: os Evangelhos Canónicos falam da Anunciação e da Visitação, da perplexidade e do esclarecimento de S. José, do Natal e da Apresentação do Menino, da sua “fuga “ para o Templo quando tinha 12 anos, das bodas de Caná, de umas palavras trocadas entre Jesus e a multidão, da sua presença junto a cruz. Desde muito cedo, a devoção popular imaginou que Maria tinha sido confiada a guarda do Templo desde a morte de seus pais e aí permanecera até ao casamento com S. José. Mais tarde, a Ladainha de Nossa Senhora exprimiu de maneira sóbria e lapidar o que a Tradição cristã conserva de importante a seu respeito.
Neste mundo, em que cresce dia a dia a ideia de que cada um é é dono e senhor de fazer tudo aquilo que lhe apetece, tem sentido recordar que Maria é a Imaculada, fiel a Deus desde o princípio até ao fim.
Tem sentido pedirmos que Ela alcance para cada um de nós o dom de Deus. Crescermos na fé e na oração. Sermos libertos dos nossos pecados. Entendermos as angústias de quem sofre e ajudarmos quanto esteja na mossa mão.

segunda-feira, dezembro 01, 2008

Horarios


Festa da Imaculada Conceição e da Catequese - 8 Dezembro 12.30h

segunda-feira, novembro 17, 2008

Bodas de Ouro

No passado Sabado, o casal António e Teresa Carrolo, festejaram as suas BODAS DE OURO. Os 4 filhos quiseram homenagear os pais com a festa que eles não puderam ter à 50 anos.
O primeiro momento foi a Eucaristia onde todos agradeceram a Deus os dons recebidos. Logo a seguir, todos os familiares e amigos reuniram no Salão da Junta de Freguesia do Baraçal para um lauto almoço.

Ao jovem casal, as maiores felicidades e ficamos à espera das BODAS DE DIAMANTE.

terça-feira, novembro 11, 2008

Hoje é Dia de S. Martinho de Tours!!!

No dia 11 de Novembro de 2008, celebramos o dia São Martinho de Tours!!! Além da tradição popular das castanhas e jeropiga, que se celebra por todo o País, celebramos principalmente um grande Santo considerado um grande Evangelizador de França!!!

São Martinho de Tours era filho de um Tribuno e soldado do exército romano. Nasceu e cresceu na cidade de Sabaria, Panónia (atual Hungria), em 316, sob uma educação da religião dos seus antepassados, deuses mitológicos venerados no Império Romano, aos 10 anos de idade, entrou para o grupo dos catecúmenos (aqueles que estão se preparando para receber o batismo).

Aos 15 anos de idade, e contra a própria vontade, teve de ingressar no exército romano e dirigir-se para a Gália (região na atual França). Aos 18 anos abandonou o exército pois o cristianismo não comportava mais suas funções militares. Foi batizado por Hilário, bispo da cidade de Poitiers.

São Martinho de Tours
"Senhor, se o vosso povo precisa de mim, não vou fugir do trabalho. Seja feita a vossa vontade" dizia Martinho, Bispo de Tours, aos oitenta e um anos de idade.
Ele despertou para a fé quando ainda menino e depois, mesmo soldado da cavalaria do exercito romano, jamais abandonou os ensinamentos de Cristo. A sua vida foi uma verdadeira cruzada contra os pagãos e em favor do cristianismo. Quatro mil igrejas dedicadas a ele na França, e o seu nome dado a milhares de localidades, povoados e vilas; como em toda a Europa, nas Américas, enfim em todo os países do mundo.
Martinho nasceu na Hungria, antiga Panônia, por volta do ano 316 e pertencia a uma família pagã. Seu pai era comandante do exército romano. Por curiosidade começou a freqüentar uma Igreja cristã, ainda criança, sendo instruído na doutrina cristã, porem sem receber o batismo. Ao atingir a adolescência, para tê-lo mais à sua volta, seu pai o alistou na cavalaria do exército imperial. Mas se o intuito do pai era afasta-lo da Igreja, o resultado foi inverso, pois Martinho, continuava praticando os ensinamentos cristãos, principalmente a caridade. Depois, foi destinado a prestar serviço na Gália, hoje França.
Foi nessa época que ocorreu o famoso episódio do manto. Um dia um mendigo que tiritava de frio pediu-lhe esmola e, como não tinha, o cavalariano cortou seu próprio manto com a espada, dando metade ao pedinte. Durante a noite o próprio Jesus lhe apareceu em sonho, usando o pedaço de manta que dera ao mendigo e agradeceu a Martinho por tê-lo aquecido no frio. Dessa noite em diante, ele decidiu que deixaria as fileiras militares para dedicar-se à religião.
Com vinte e dois anos já estava batizado, provavelmente pelo Bispo de Amiens, afastado da vida da corte e do exercito. Tornou-se monge e discípulo do famoso Bispo de Pointiers, Santo Hilário que o ordenou diácono. Mais tarde, quando voltou do exílio em 360, doou a Martinho um terreno em Ligugé, a doze quilômetros de Pointiers. Alí ele fundou uma comunidade de monges. Mas logo eram tantos jovens religiosos que buscavam sua orientação, que Martinho construiu o primeiro mosteiro da França e da Europa ocidental.
No ocidente, ao contrário do oriente, os monges podiam exercer o sacerdócio para que se tornassem apóstolos na evangelização. Martinho liderou então a conversão de muitos e muitos habitantes da região rural. Com seus monges ele visitava as aldeias pagãs, pregava o evangelho, derrubava templos e ídolos e construía igrejas. Onde encontrava resistência fundava um mosteiro com os monges evangelizando pelo exemplo da caridade cristã, logo todo o povo se convertia. Dizem os escritos que, nesta época, havia recebido dons místicos, operando muitos prodígios em beneficio dos pobres e doentes que tanto amparava.
Quando ficou vaga a diocese de Tours, em 371 o povo o aclamou por unanimidade para ser o Bispo. Martinho aceitou, apesar de resistir no início. Mas não abandonou sua peregrinação apostólica, visitava todas as paróquias, zelava pelo culto e não desistiu de converter pagãos e exercer exemplarmente a caridade. Nas proximidades da cidade fundou outro mosteiro, chamado de Marmoutier. E sua influência não se limitou a Tours, mas se expandiu por toda a França, tornando-o querido e amado por todo o povo.
Martinho exerceu o bispado por vinte e cinco anos e, aos oitenta e um, estava na cidade de Candes, quando morreu no dia 08 de novembro de 397. A sua festa é comemorada no dia 11, data em que foi sepultado na cidade de Tours.

Venerado como Santo Martinho de Tours ele se tornou o primeiro Santo não mártir a receber culto oficial da Igreja e se tornou um dos Santos mais populares da Europa medieval.
São Martinho tornou-se Bispo da cidade francesa de Tours em 371 por aclamação popular, pois pessoalmente preferiria ter recusado o cargo.

Discorrendo sobre ele, disse o Papa Bento XVI: O gesto caritativo de São Martim se insere na lógica que levou a Jesus a multiplicar os pães para as multidões famintas, mas sobretudo a dar-se a si mesmo como alimento para a humandade na Eucaristia. (...) Com esta lógica de compartilhar se expressa de modo autêntico o amor ao próximo. (Alocução do Ângelus, de 11 de novembro de 2007).

domingo, novembro 09, 2008

Os seminários asseguram a vitalidade da Igreja e a fecundidade da sua missão

Todos os anos, a celebração da Semana dos Seminários Diocesanos convida e interpela todos os cristãos e comunidades cristãs à reflexão, à oração, à solicitude e ao interesse pelos Seminários.
Tomar consciência do Seminário e da sua missão, significa tomar consciência de uma realidade diante da qual ninguém pode ficar alheio ou indiferente.

Indispensável e de capital importância no seio de cada Igreja Diocesana, o Seminário, espaço e tempo da formação dos pastores de que precisa o Povo de Deus, exige e merece, da parte de todos, uma atenção e uma solicitude que esteja para além da consciência vaga da sua existência.

Tomar consciência da existência dos Seminários é, num primeiro momento, reconhecer o dom e a acção de Deus que assegura a vitalidade da Igreja e a fecundidade da sua missão. Contrariamente ao que tantas vezes nos querem fazer acreditar, quando tão insistentemente nos falam de números e de crise, os Seminários existem e neles continuam a formar-se todos quantos vão sendo chamados por Deus.

A nossa oração pelos Seminários ao longo desta semana é, portanto, uma oração confiante, alegre e de acção de graças pelos futuros ministros que Deus concede à Sua Igreja. Nesta mesma atitude de confiança, a nossa oração é também uma oração de súplica. Também Jesus, ao mesmo tempo que formava os seus Apóstolos, pedia para que se rogasse ao Pai para que enviasse trabalhadores para a sua messe. A Igreja terá que pedir sempre a Deus os servidores de que necessita porque não os pode dar a si mesma. O ministério sacerdotal é uma graça e um dom que se pede a Deus.

As razões que justificam a celebração de uma Semana de Oração pelos Seminários Diocesanos são importantes e de grande pertinência:
  • recordar que a Igreja vive da graça de Deus e d'Ele recebe as vocações de que necessita;
  • despertar em todos os cristãos uma maior fidelidade à missão que lhes está confiada;
  • suscitar em todos o desejo de expressar e aprofundar uma fé cada vez mais viva e actuante.

segunda-feira, novembro 03, 2008

"Alegrai-vos e exultai, porque é grande a vossa recompensa"

Celebramos, com solenidade e alegria, aqueles que já gozam no Céu a grande recompensa de Deus. Estes já sabem, por experiência própria, como são verdadeiras as palavras de Jesus. Eles constituem a multidão incontável dos santos – aqueles que já se encontram na presença de Deus, contemplando continuamente a sua face e usufruindo eternamente do seu amor.
O autor do Apocalipse garante-nos que são muitos (uma multidão imensa) os que se encontram diante do trono de Deus e do Cordeiro (Cristo) e que são provenientes de todos os povos da terra. Deste modo, o autor sagrado diz-nos que, afinal, são muitos os que se salvam e que a salvação está ao alcance de todos os homens, independentemente do povo a que pertencem.
Na verdade, Deus criou o Céu para os homens e não quer que ele fique às moscas! Precisamente por isso – para que o Céu não fique vazio, após o pecado do homem, Deus envia o seu Filho ao mundo para abrir e mostrar o caminho que conduz até ao coração de Deus.
O caminho da santidade, o caminho da salvação, o caminho do Céu é o amor.
No domingo passado, Jesus disse-nos que o mandamento do amor – amor a Deus e amor ao próximo – é o resumo de toda a revelação de Deus, a síntese perfeita do seu Evangelho, a essência de toda a vida cristã.
Santo é aquele que, no quotidiano do seu existir, ama a Deus com todo o seu coração, com toda a sua alma e com toda a sua mente, e ama o próximo como a si mesmo.
Vivendo o amor, na radicalidade do seu ser e da sua vida, das suas capacidades e energias, o cristão colabora com Cristo na construção do Reino de Deus no mundo dos homens.

Hoje, através das bem-aventuranças, Jesus apresenta, de um modo novo e mais concreto, o mandamento do amor, ou seja, o programa de vida cristã:
  • as atitudes e os compromissos que os cristãos devem assumir,

  • os valores que devem cultivar e defender,

  • o tipo de relações que devem estabelecer
  • e o que devem fazer para ajudar a construir na terra o reino dos Céus e para, depois, o receberem como prémio e herança eterna.

As bem-aventuranças pressupõem, antes de mais, a fé em Deus. Pobre em espírito é aquele:

  • que tem consciência de que depende de Deus e precisa de Deus para viver com sentido e ser verdadeiramente feliz;
  • que confia plenamente nele e lhe consagra totalmente a sua vida (a sua mente, o seu coração e a sua vontade).
  • Depois, tem consciência e aceita a realidade do que é: é quase um ser divino, mas não pode ocupar o lugar de Deus nem sobrepor-se ou impor-se aos homens como se fosse Deus (é humilde).

Aquele que acredita no verdadeiro Deus (o pobre em espírito) e se aceita na verdade do que é (o humilde de coração):

torna-se compassivo e misericordioso, compreensivo e tolerante;
é sincero e transparente, recto nas suas intenções e puro nos seus sentimentos;
é justo e solidário, é manso e pacífico.

Agindo assim, o cristão imita Jesus e dá testemunho dele, estando mesmo disposto a sofrer, a ser caluniado e perseguido pelo seu nome.
O caminho do amor é exigente e difícil.
O amor é aquela porta estreita pela qual o homem deve passar para alcançar a salvação. É estreita e difícil, porque, por um lado, exige que superemos o nosso egoísmo e, por outro, que suportemos com mansidão a agressividade do egoísmo dos outros.

O homem não é Deus.
O homem torna-se numa ameaça para si e para a huma-nidade sempre que se julga e actua como se fosse um deus. No entanto, o homem pode e deve imitar Deus na sua santidade e na sua perfeição. Esta é, na verdade, a vocação do homem!
O apóstolo Paulo, por meio da Carta aos Efésios, dirige-nos este convite: “Sede imitadores de Deus, como filhos bem amados” (Ef 5, 1). Por sua vez, Jesus exorta-nos: “sede perfeitos como é perfeito o vosso Pai celeste”(Mt 5, 48). O próprio Deus nos pede: “sede santos, porque Eu, o vosso Deus sou santo”.
Deus não brinca connosco, exigindo-nos o impossível.
Deus só nos pede aquilo para o qual nos capacita.
Consequentemente, está ao nosso alcance e é nosso dever ser santos como Deus é santo!
Com efeito, Deus criou-nos à sua imagem e semelhança; tornou-nos participantes da sua vida divina; em Jesus, fez de nós seus filhos. Na verdade pela fé em Cristo e pelo baptismo, nós nascemos como filhos de Deus. Mais, o homem pelas capacidades que tem, pelas descobertas que faz, pelas obras que realiza mostra que é muito parecido com Deus, confirma que Deus fez dele quase um ser divino.
Por conseguinte, o homem imita Deus, tende para a sua perfeição e é santo, vivendo em confor-midade com o que é (semelhante a Deus) e com o que realmente pode ser. Sendo imagem e filho de Deus, o homem pode imitar Deus Pai!

“Alegrai-vos, porque é grande no Céu a vossa recompensa”.
Imitar Deus e viver eternamente com Deus!
Ser santo e habitar eternamente no coração de Deus!
Ser perfeito e viver em plena comunhão com Deus!
Trata-se de algo extraordinário e, ao mesmo tempo, de uma grande responsabilidade!
Maravilho-me e, ao mesmo tempo, arrepio-me, ao pensar que um dia verei a Deus tal como Ele é, face a face! Sinto-me atraído pelas alturas e sonho com a vida eterna. Sei e acredito que Deus tem preparada uma morada eterna para mim. E não quero – Deus não o permita - que, por minha culpa, ela fique para sempre vazia. Muitas vezes, entretenho-me e divirto-me a imaginar – verdadeiras loucuras da fé – como será o meu “dia a dia” no Céu e como Deus nos surpreenderá em “cada momento” da eternidade!
Mas, ao mesmo tempo, sou consciente de que o pecado tem ainda muito poder em mim. Pelo mau que sou e pelo mal que faço, chego a sentir vergonha de mim mesmo, mas sem jamais deses-perar da salvação de Deus.
Certo de que o amor de Deus é mais forte do que o meu pecado e que tudo posso com a sua graça, percorro o caminho da vida, confiante de que “um dia verei o meu Deus, os meus olhos O hão-de contemplar”.