“É uma pessoa que pode nos ajudar a descobrir o próprio Senhor, porque é a pessoa que melhor conheceu Cristo”. “Se como é um dom para todos, nós todos os discípulos de Cristo podemos nos unir verdadeiramente e se converte num ecumenismo vivido”.
domingo, dezembro 14, 2008
Maria une Oriente e Ocidente
“É uma pessoa que pode nos ajudar a descobrir o próprio Senhor, porque é a pessoa que melhor conheceu Cristo”. “Se como é um dom para todos, nós todos os discípulos de Cristo podemos nos unir verdadeiramente e se converte num ecumenismo vivido”.
Ajudai-nos a crer no bem
Bento XVI faz a tradicional homenagem floreal à estátua da Virgem Maria na Praça Espanha e reza a fim de que os cristãos sejam a alma do mundo
Segunda-feira, na Praça Espanha em Roma, Bento XVI realizou o tradicional ato de veneração à Imaculada, prestando uma homenagem floreal aos pés da estátua da Bem-aventurada Virgem Maria na central praça, na solenidade da Imaculada Conceição. “Dirigindo o olhar a Maria – disse o Papa – reconhecemos N’Ela o “sorriso de Deus”, o reflexo imaculado da luz divina, reencontramos N’Ela nova esperança mesmo estando no meio aos problemas e dramas do mundo.
"Sim, oh Maria, ajudai-nos a crer com confiança no bem, a apostar na gratuidade, no serviço, na não violência, na força da verdade; encorajai-nos a permanecer acordados, a não ceder à tentação de fáceis evasões, a enfrentar a realidade, com os seus problemas, com coragem e responsabilidade”.
Bento XVI confiou em seguida à Imaculada sobretudo os “pequenos” de Roma, as crianças, especialmente aquelas gravemente enfermas, os jovens em dificuldade, os anciãos que vivem sozinhos, os doentes, os imigrantes “que encontram dificuldade em ambientarem-se”, e as famílias que tem dificuldades em passar o mês. A Maria, o Papa pediu enfim que faça com que todos os cristãos sejam “sentinelas da manhã”, alma do mundo neste não fácil período. A vossa Beleza, concluiu, “nos assegura que é possível a vitória do amor”.
segunda-feira, dezembro 08, 2008
Festa da Padroeira
Os cristãos – católicos e protestantes – reconhecem que a santidade começa com a graça, o dom, de Deus; sabem que são felizes aqueles que, acolhendo o dom de Deus com generosidade, dão frutos de vida.
Dito isto, o protestantismo acha que todo o tempo é pouco para falar de Jesus Cristo, e os santos podem ser deixados na sombra. A Igreja Católica entendeu desde o princípio que honrar os santos e honrar o próprio Deus.
Gosta, sobretudo, de honrar Maria, que o anjo da Anunciação saudou como a “cheia da graça”; aquela que deu a luz o Filho de Deus e o acompanhou até à tarde da cruz; e que, nessa tarde, Jesus designou como Mãe de todos os homens.
Da vida de Maria, nós sabemos muito pouco: os Evangelhos Canónicos falam da Anunciação e da Visitação, da perplexidade e do esclarecimento de S. José, do Natal e da Apresentação do Menino, da sua “fuga “ para o Templo quando tinha 12 anos, das bodas de Caná, de umas palavras trocadas entre Jesus e a multidão, da sua presença junto a cruz. Desde muito cedo, a devoção popular imaginou que Maria tinha sido confiada a guarda do Templo desde a morte de seus pais e aí permanecera até ao casamento com S. José. Mais tarde, a Ladainha de Nossa Senhora exprimiu de maneira sóbria e lapidar o que a Tradição cristã conserva de importante a seu respeito.
Neste mundo, em que cresce dia a dia a ideia de que cada um é é dono e senhor de fazer tudo aquilo que lhe apetece, tem sentido recordar que Maria é a Imaculada, fiel a Deus desde o princípio até ao fim.
Tem sentido pedirmos que Ela alcance para cada um de nós o dom de Deus. Crescermos na fé e na oração. Sermos libertos dos nossos pecados. Entendermos as angústias de quem sofre e ajudarmos quanto esteja na mossa mão.
sábado, maio 31, 2008
Bento XVI: O Magnificat é a interpertação mais verdadeira e profunda da História
“O Magnificat de Maria, à distância de séculos e milénios, permanece a interpretação mais verdadeira e profunda da História, enquanto que as leituras de tantos sábios deste mundo são desmentidas no decorrer dos séculos”.
Neste cântico “existe uma autentica e profunda leitura ‘teológica’ da História, a fé de Maria “fê-la ver que os tronos dos poderosos deste mundo são todos provisórios, enquanto que o trono de Deus é a única rocha que não muda nem cai.”
Maria reconhece a grandeza de Deus. Este é o primeiro sentimento indispensável dá fé; o sentimento que dá segurança a criatura humana e que a liberta do medo, mesmo no meio das tempestades da história.