sábado, janeiro 03, 2009

“Nascido de uma mulher”.

O Filho de Deus fez-se homem no seio de uma mulher! E Maria é a mulher na qual se realizou esse mistério. Na verdade, ela concebeu e deu à luz o Filho de Deus, Jesus Cristo. Jesus, o Filho que nasce de Maria, é o Filho de Deus feito homem. Sendo Ele verdadeiro Deus como o Pai e sendo uma única pessoa, Maria é, com toda a justiça, “Mãe de Deus”.
Hoje, oitavo dia do Natal e primeiro dia do Ano Novo, celebramos este mistério admirável: a maternidade divina de Maria! Precisamos de silêncio e de recolhimento interiores para entrar neste mistério e nos maravilharmos com Ele: Maria, uma simples mulher, desempenha esta missão tão divina!
A maternidade divina de Maria não a isenta de todas as limitações e dificuldades humanas. A graça de Deus só por si não garante, automaticamente e como por magia, a compreensão de todos os mistérios divinos e a solução de todos os problemas humanos.
Os evangelhos mostram que Maria nem sempre compreende o que se diz de Jesus nem o que Jesus lhe diz. Nessas circunstâncias, ela guarda as palavras e medita-as no seu coração. A graça de Deus ajuda-a na compreensão da verdade mas não dispensa o seu esforço humano.
Os evangelhos também registam algumas das dificuldades que Maria enfrentou enquanto mãe de Jesus. Ela teve de fugir para o Egipto, juntamente com José, para salvar a vida do Filho, pois Herodes queria matá-lo. Experimentou a angústia da perda do Jesus, quando este decidiu ficar em Jerusalém sem nada lhe dizer. A graça de Deus não impediu que Maria tivesse de enfrentar estas e outras adversidades, mas deu-lhe a capacidade de as superar.
Maria viveu a sua maternidade divina na maior simplicidade e humildade, segundo aquela atitude de serviço que assumiu, no momento da Anunciação, diante do Anjo: Eis a escrava do Senhor”. É como serva, serva cheia da graça e do amor de Deus, que Maria vive a sua maternidade divina. Maria não deve ter partilhado com ninguém esta graça. Com muito probabilidade, durante a sua vida terrena, ninguém, para além de Jesus, considerou e honrou Maria como Mãe de Deus.
Mais tarde, a reflexão, feita a partir dos relatos evangélicos, sobre o mistério da Encarnação do Filho de Deus, levou a Igreja, no Concílio de Éfeso (431), a apresentar como verdade de fé a maternidade divina de Maria. Agora, todo o povo cristão a invoca como a Santa Maria, Mãe de Deus, implorando a sua materna intercessão.

“Deus enviou o seu Filho … para nos tornar seus filhos adoptivos”. Deus, em Jesus, faz de nós seus filhos. Mais, envia ao nosso coração o seu Espírito, para nos capacitar a chamá-lo Pai. Graças á generosidade do seu amor, podemos, com toda a legitimidade, chamar a Deus: “Pai-Nosso”. Este facto mostra até que ponto Deus nos ama e como o seu amor atinge o mais íntimo e a totalidade do nosso ser. Faz pensar que Deus queira ser nosso Pai e nos trate efectivamente como seu filhos!
Este pensar e meditar à luz da fé leva-nos a tomar consciência de que Deus é Pai de todos os homens e, consequentemente, todos os homens são nossos irmãos. Como é importante e necessário meditar, longa e profundamente, nesta verdade, tirando e assumindo todas as suas consequências. O amor que Deus Pai partilha com todos os homens torna-os capazes de se amarem uns aos outros como irmãos!
A fraternidade humana e só ela, quando entendida e vivida à luz do amor de Deus Pai, leva cada homem a reconhecer a igualdade de todos os outros homens e a respeitar os seus direitos. A fraternidade humana impele-nos a querer para os outros o que queremos para nós, motiva-nos a fazer aos outros o que queremos que eles nos façam, a tratá-los do mesmo modo que desejamos ser tratados por eles. Numa palavra, a fraternidade humana universal, que brota da comum filiação divina, é o único caminho que garante a justiça e a paz entre os homens.

Hoje, primeiro dia do Novo Ano, a Igreja convida-nos a reflectir e a rezar pela paz. A paz é, antes de mais, um dom, uma bênção de Deus. A bênção que os sacerdotes do Antigo testamento deviam dar ao povo incluía este voto: “O Senhor volte para ti os seus olhos e te conceda a paz”.
Mas a paz na terra exige também o esforço do homem. Jesus, no Sermão da Montanha, proclama: “Felizes os construtores da paz (os pacificadores), porque serão chamados filhos de Deus” (Mt 5,9). Os filhos de Deus, precisamente porque filhos de Deus, têm uma maior responsabilidade e uma capacidade acrescida na construção da paz.
Como dissemos antes, a nossa condição de filhos de Deus, quando tomada a sério, impele-nos e ajuda-nos a considerar os outros como iguais a nós, a amá-los e a respeitá-los, com a mesma dedicação e intensidade, como queremos ser respeitados e amados por eles.
O pior inimigo da paz (da convivência harmoniosa entre os homens) está no mais íntimo de nós e da forma mais entranhada: é o nosso egoísmo. O egoísmo leva-nos a considerar que:
  • somos mais importantes e temos mais direitos do que as outras pessoas;
  • a apropriar-nos do que não nos pertence e a não partilhar o que temos a mais;
  • a não reconhecer os nossos erros nem a perdoar a quem nos ofende;
  • o egoísmo cria preconceitos, fundamenta diferenças e justifica desigualdades;
  • cultiva as aparências, alimenta a inveja e fomenta a vaidade;
  • o egoísmo torna-nos cegos em relação às capacidades e qualidades dos outros e, por conseguinte, impede-nos de as apreciar e de beneficiar delas;
  • o egoísmo leva-nos a usar os outros para satisfazermos os nossos interesses e atingirmos os nossos objectivos. O egoísmo tem, por tudo isso, um potencial ilimitado de conflitualidade e de violência.

Ele está na base de todas as discórdias e guerras.
Neste dia, um pouco por toda a parte, proferem-se discursos ou fazem-se homilias sobre a paz, onde se apresentam as soluções ou remédios considerados necessários e eficazes para que a paz efectivamente aconteça. Com muita facilidade e frequência, os protagonistas dessas intervenções caem na tentação de indicar os remédios que os outros devem tomar, dispensando-se de fazerem o que está ao seu alcance e é sua obrigação, em razão dos lugares que ocupam e das funções que exercem. As suas belas palavras são, depois, desmentidas ou desacreditadas pelo tipo de vida que levam.

  • Falar da luta contra a pobreza como o caminho da paz e, ao mesmo tempo, viver e apresentar-se com o esplendor próprio dos ricos e como se fossem deuses, não bate muito certo com a lógica da humildade de Deus!
  • Defender a justiça, na base da igualdade de todos os homens e, depois, manter e defender tantas formas de desigualdade injustificável no seio da própria Igreja, não bate muito certo com a lógica da justiça de Deus!
  • Exortar os homens a abandonar todo o tipo de ódio e de inimizade, de ambição e competitividade desonesta, de rivalidade e inveja, e, depois, manter estruturas na Igreja que suportam e fomentam todas essas realidades negativas e perturbadoras das relações humanas, não bate bem com a lógica do amor de Deus!

As palavras e as sugestões têm o seu lugar, mas o mais importante é o que nós fazemos para que a paz aconteça na nossa vida e ao redor de nós. A nossa luta deve, pois, centrar-se no nosso egoísmo, atendendo a todas as suas manifestações.
O amor de Deus Pai é o único antídoto capaz de erradicar o vírus poderosíssimo do nosso egoísmo. Só este amor paterno de Deus, quando acolhido no nosso coração, nos capacita para amar aqueles que vivem connosco, amá-los como Ele os ama e quer ser amado neles. Só reconhecendo e respeitando os homens como filhos de Deus e nossos irmãos, seremos verdadeiros construtores da paz e, nessa mesma medida, mereceremos ser chamados filhos de Deus.

Presépios na Aldeia

sábado, dezembro 27, 2008

O Natal sem Jesus e de quem desistiu de Deus

“Encontrareis o Menino”. Mas será fácil encontrar este menino? Ou melhor, estarão as pessoas interessadas em encontrá-lo, terão curiosidade em conhecê-lo?
No meio de tanta agitação e do aproveitamento comercial que se faz do natal, ainda haverá espaço e tempo, desejo e interesse, disponibilidade interior para procurar, encontrar e acolher o Menino?
Não será que o Natal interessa apenas pelo negócio que se faz, pelas prendas que se dão ou recebem, pelo encontro familiar (este cada vez mais relativizado e esvaído do seu genuíno significado), pelas diversões que se proporcionam e pelas ilusões que se criam?
Quem é que ainda considera Jesus como a razão de ser e a grande prenda do Natal?
Quantas coisas e tantas solicitações, apresentadas e sugeridas a pretexto do Natal, que anestesiam a dimen-são espiritual do homem e o desviam do verdadeiro espírito do Natal!
Quantas coisas, a pretexto do Natal, fazem esquecer Jesus!

Quem consegue abstrair-se de tudo isso, ainda que seja por breves momentos, para contemplar o Menino e, assim, captar a luz da sua vida, da sua verdade e do seu amor?

O Natal sem Jesus e de quem desistiu de Deus,
o Natal das prendas e da sociedade de consumo,
o Natal de quem perdeu a capacidade de sonhar e deixou de acreditar no futuro, cria uma felicidade efémera e ilusória
.
É uma felicidade construída sobre a areia, sem consistência. Uma felicidade que tem como motivação o comodismo e como horizontes a mediocridade!
Uma felicidade que, por isso mesmo, não satisfaz as reais aspirações do homem.
Pior ainda, uma felicidade que, com facilidade e frequentemente, degenera em pessimismo ou mesmo em autodestruição da pessoa humana.

“Encontrareis um Menino”.
Nós ainda conseguimos arranjar tempo, pelo menos neste dia, para encontrar o Menino, ou melhor, para nos encontrarmos com Ele. Nós sabemos que Ele já não se encontra na gruta de Belém, mas sabemos e acreditamos que continua vivo e actuante na sua Igreja.
Esta nossa celebração de Natal é encontro com Jesus, com o mesmo Jesus que nasceu na gruta de Belém. Só na medida em que é encontro com Ele, ela é celebração do Natal de Jesus. Na verdade, Jesus: está presente no meio de nós uma vez que estamos reunidos em seu nome; fala-nos através do Evangelho, que continua a ser, para aqueles que o escutam, Palavra de salvação; oferece-se a nós no Pão da Eucaristia, que continua a ser, para aqueles que o recebem, Pão de vida eterna.

O encontro com Jesus, neste dia mas sobretudo ao longo do ano, server para: captarmos a riqueza da sua vida e o alcance da sua missão; podermos experimentar a alegria do seu nascimento, o dinamismo do seu amor, o sentido da sua verdade; saborearmos como é bom estar com Ele e tê-lo em nós, não pode limitar-se ao encontro do dia de Natal. É indispensável que aconteça todos os dias.
Assim, acolhendo Jesus, deixando-o nascer e viver em nós, ajudaremos outros a encontrá-lo e a maravilharem-se com Ele. E quantos mais formos os que acreditamos em Jesus e O seguimos mais o nosso será um mundo de verdade e de amor, de justiça e de paz, um mundo de homens e mulheres felizes.

“Encontrareis um Menino … deitado numa manjedoura”.
Jesus, no mistério do seu nascimento, manifesta-se, não no esplendor da sua divindade (como pareceria mais lógico aos homens) mas na humildade da natureza humana, porque assim pareceu mais lógico a Deus! Na verdade, Jesus seguiu este caminho, porque veio não tanto para mostrar que Deus tem muito poder, mas, antes, para mostrar que Deus ama muito os homens!

terça-feira, dezembro 23, 2008

Querem roubar-Te o Natal, Senhor

Querem roubar-Te o Natal, Senhor.
Querem ficar com a festa,
mas não querem convidar o festejado.

Querem a árvore de Natal, mas esquecem a sua origem;
querem dar e receber presentes,
mas esquecem os que os Magos Te levaram a Belém;
querem cantos de Natal,
mas esquecem os que os Anjos Te cantaram naquela noite abençoada.
Até a São Nicolau o disfarçaram de "pai Natal".

Querem as luzes e o feriado, o peru e as rabanadas;
Querem a Ceia de Natal
mas já não vão à Missa do Galo,
nem Te adoram feito Menino nas palhinhas do Presépio.

Quando se lembram estas coisas e o facto que lhes deu origem
diz-se que "o Natal é todos os dias",
mas não se dispensa esta quadra de consumo e folguedos.

No meio de toda esta confusão deseja-se a paz e a fraternidade,
mas esquecem que só Tu lhes podes dar.

E a culpa de tudo isto ser assim… é também minha
que alinho nesta maneira pouco cristã de celebrar o teu nascimento.

Se desta vez eu der mais a quem tem menos
e comprar menos para quem já tem quase tudo…
se em vez de me cansar a correr de loja em loja
guardar esse tempo para parar diante de Ti…

Se neste Natal fores mesmo Tu a razão da minha festa…
as luzes e os cantos, o peru e as rabanadas, os presentes e a até o Pai Natal
me falarão de Ti e desse gesto infinito do Teu Amor
de teres viindo ao meu encontro nessa noite santa do teu Natal.


Rui Corrêa d'Oliveira

No Natal eduque para a sobriedade

Todos têm direito igual ao Natal.
Todos têm a mesma necessidade do Natal.
Do seu mistério original e dos seus valores culturais permanentes.
Todos precisamos do Natal.
Celebração - Dia 25 de Dezembro - 14.30 h

domingo, dezembro 14, 2008

Maria une Oriente e Ocidente

Maria é um “tesouro”, um “dom” que permite conhecer ao próprio Cristo, é a “mãe de todos os homens” que possibilita unir o Oriente com o Ocidente.

“É uma pessoa que pode nos ajudar a descobrir o próprio Senhor, porque é a pessoa que melhor conheceu Cristo”. “Se como é um dom para todos, nós todos os discípulos de Cristo podemos nos unir verdadeiramente e se converte num ecumenismo vivido”.

Ajudai-nos a crer no bem


Bento XVI faz a tradicional homenagem floreal à estátua da Virgem Maria na Praça Espanha e reza a fim de que os cristãos sejam a alma do mundo
Segunda-feira, na Praça Espanha em Roma, Bento XVI realizou o tradicional ato de veneração à Imaculada, prestando uma homenagem floreal aos pés da estátua da Bem-aventurada Virgem Maria na central praça, na solenidade da Imaculada Conceição. “Dirigindo o olhar a Maria – disse o Papa – reconhecemos N’Ela o “sorriso de Deus”, o reflexo imaculado da luz divina, reencontramos N’Ela nova esperança mesmo estando no meio aos problemas e dramas do mundo.

"Sim, oh Maria, ajudai-nos a crer com confiança no bem, a apostar na gratuidade, no serviço, na não violência, na força da verdade; encorajai-nos a permanecer acordados, a não ceder à tentação de fáceis evasões, a enfrentar a realidade, com os seus problemas, com coragem e responsabilidade”.

Bento XVI confiou em seguida à Imaculada sobretudo os “pequenos” de Roma, as crianças, especialmente aquelas gravemente enfermas, os jovens em dificuldade, os anciãos que vivem sozinhos, os doentes, os imigrantes “que encontram dificuldade em ambientarem-se”, e as famílias que tem dificuldades em passar o mês. A Maria, o Papa pediu enfim que faça com que todos os cristãos sejam “sentinelas da manhã”, alma do mundo neste não fácil período. A vossa Beleza, concluiu, “nos assegura que é possível a vitória do amor”.

quarta-feira, dezembro 10, 2008

O Hugo e o Celso foram ordenados diáconos


Foram ordenados Diáconos, no passado dia 8 de Dezembro, na Sé Catedral da Guarda, o Celso Marques, natural de Barco, concelho da Covilhã, que está em estágio pastoral, no arciprestado de Celorico da Beira e o Hugo Martins, natural de Celorico da Beira, que está a fazer o estágio pastoral em Loriga, concelho de Seia.


"Confio à oração de todos os fiéis da nossa Diocese estes dois candidatos aos graus do Sacramento da Ordem. Pedimos que eles venham a ser Sacerdotes segundo o Coração de Cristo. Pedimos, também, por todos aqueles que já somos sacerdotes, a exercer o Ministério nas diferentes comunidades e serviços da nossa Diocese, para que aproveitemos a oportunidade deste grande acontecimento da Diocesano e da Igreja como tal para renovarmos a nossa total entrega à causa de Cristo, Sumo e Único Sacerdote; rezamos ainda para que o Senhor desperte muitas e santas vocações sacerdotais, religiosas e missionárias nas nossas comunidades. Tenhamos presentes também, na nossa oração, os Seminários Maior e Menor e ainda o Pré-Seminário para que sejam os instrumentos que Deus quer, na hora presente, para despertar, acompanhar e preparar bem para o exercício do Ministério Ordenado aqueles que Deus chama”. D. Manuel da Rocha Felício

segunda-feira, dezembro 08, 2008

Festa da Padroeira



Os cristãos – católicos e protestantes – reconhecem que a santidade começa com a graça, o dom, de Deus; sabem que são felizes aqueles que, acolhendo o dom de Deus com generosidade, dão frutos de vida.
Dito isto, o protestantismo acha que todo o tempo é pouco para falar de Jesus Cristo, e os santos podem ser deixados na sombra. A Igreja Católica entendeu desde o princípio que honrar os santos e honrar o próprio Deus.
Gosta, sobretudo, de honrar Maria, que o anjo da Anunciação saudou como a “cheia da graça”; aquela que deu a luz o Filho de Deus e o acompanhou até à tarde da cruz; e que, nessa tarde, Jesus designou como Mãe de todos os homens.
Da vida de Maria, nós sabemos muito pouco: os Evangelhos Canónicos falam da Anunciação e da Visitação, da perplexidade e do esclarecimento de S. José, do Natal e da Apresentação do Menino, da sua “fuga “ para o Templo quando tinha 12 anos, das bodas de Caná, de umas palavras trocadas entre Jesus e a multidão, da sua presença junto a cruz. Desde muito cedo, a devoção popular imaginou que Maria tinha sido confiada a guarda do Templo desde a morte de seus pais e aí permanecera até ao casamento com S. José. Mais tarde, a Ladainha de Nossa Senhora exprimiu de maneira sóbria e lapidar o que a Tradição cristã conserva de importante a seu respeito.
Neste mundo, em que cresce dia a dia a ideia de que cada um é é dono e senhor de fazer tudo aquilo que lhe apetece, tem sentido recordar que Maria é a Imaculada, fiel a Deus desde o princípio até ao fim.
Tem sentido pedirmos que Ela alcance para cada um de nós o dom de Deus. Crescermos na fé e na oração. Sermos libertos dos nossos pecados. Entendermos as angústias de quem sofre e ajudarmos quanto esteja na mossa mão.

segunda-feira, dezembro 01, 2008

Horarios


Festa da Imaculada Conceição e da Catequese - 8 Dezembro 12.30h