quinta-feira, outubro 19, 2006

Ordenação dos primeiros Diáconos Permanentes - No próximo Domingo, na Diocese da Guarda

No próximo domingo, 22 de Outubro, vão ser ordenados os primeiros Diáconos permanentes na Diocese da Guarda. A cerimónia terá lugar na Sé Catedral, pelas 16.00 horas, e será presidida por D. Manuel Felício, Bispo da Guarda.
De acordo com o padre Joaquim António Duarte “dos onze homens que fizeram a sua preparação teológica, espiritual e pastoral, sete deles, irão receber o sacramento da ordem no grau de Diaconado. São eles: Amadeu Antunes (Tourais), António Diogo (Guarda), António Fernandes (Vale de Espinho), José Martins (Covilhã), Manuel Neves (São Miguel da Guarda), Manuel Castela (Guarda), Manuel Conceição (Soito). Além destes, mais quatro outros que fizeram também já a sua preparação continuarão a exercer o Ministério de Acólitos da santa Igreja por mais algum tempo e são: Luís Salvador (Fiães), Francisco Lambelho (Fundão), António Baltazar (Sequeira), José Leão (São Miguel da Guarda)”.
Recorde-se que o Diaconado Permanente aparece no início da Igreja, com a instituição dos sete Diáconos destinados de forma especial para servir “às mesas”. Mantiveram-se muito vivos na Igreja até ao século V. Começaram a desaparecer devido, sobretudo, ao aumento de presbíteros. O Concílio Vaticano II abriu as portas à sua restauração com o objectivo de enriquecer a Igreja com as funções do ministério diaconal, de reforçar com a graça da ordenação diaconal aqueles que, de facto, já exerciam funções Diaconais e de prover de ministros sagrados as regiões que sofriam de escassez de clero.
Fonte: Ecclesia

Dia 22: Dia Mundial das Missões

Evangelizar é anunciar o amor
Convencidos como estamos de que “a missão evangelizadora da Igreja é essencialmente o anúncio do amor, da misericórdia e do perdão de Deus”, como recorda, e muito bem, o Santo Padre na sua Mensagem para o Dia Mundial das Missões, que se celebra no próximo dia 22, urge assumir uma postura optimista na hora de partilharmos a nossa experiência de fé com quem ainda não descobriu Jesus Cristo e o seu Evangelho.
Afinal, os cristão são, há muito, o maior número entre as diversas religiões do mundo, com os seus mais de dois mil milhões de fiéis, num universo que já ultrapassa os seis mil milhões de habitantes. Cristãos, isto é, católicos, protestantes, ortodoxos e anglicanos, entre outros, são todos os que professam Jesus Cristo e O aceitam como Senhor e Redentor da humanidade.
É certo que a muitos níveis passamos a vida a menosprezar a acção dos cristãos, face à messe por desbravar, com lamúrias que não conduzem a nada, mas a verdade é que, se olharmos bem, a mensagem de salvação está presente nos mais variados cantos da Terra, espalhada por gente generosa que se entrega à missão com o exemplo de vida e com o fervor de quem acredita num mundo melhor, marcado pelos valores que dimanam do Evangelho.
Mas se é correcto valorizarmos tudo quanto tem sido feito pelos cristãos de várias correntes, também não podemos quedar-nos à sombra do trabalho por eles desenvolvido, como se tivéssemos o direito de nos alhear das nossas responsabilidades baptismais, que nos devem obrigar a estar com todos os que deixam tudo para servir a Boa Nova da Salvação anunciada há dois mil anos.
Cresce o número dos que ignoram Cristo
Diz o Papa que “o número daqueles que ignoram Cristo e não fazem parte da Igreja está em contínuo aumento; mais ainda: quase duplicou, desde o final do Concílio. A favor desta imensa humanidade, amada pelo Pai a ponto de lhe enviar o seu Filho, é evidente a urgência da missão”. De facto, apenas um terço da humanidade aceita Cristo, pelo que a tarefa evangelizadora tem ainda um longo caminho para percorrer, pelo nosso testemunho de vida, pela palavra, pela oração e pela partilha generosa.
Um dado curioso e que nos deve interpelar está no facto de o islamismo continuar a crescer, mesmo no ocidente, tendo no mundo já ultrapassado o próprio catolicismo. A isso não será alheio o seu fervor religioso e a vivência diária daquilo em que acredita, em perfeito contraste com a crescente indiferença dos cristãos. Por exemplo, na Diocese de Aveiro, com 310 mil habitantes, apenas participam nas eucaristias dominicais cerca de 80 mil. Os outros 230 mil ficam-se pelo grupo dos chamados “católicos não praticantes” ou de vivência cultual esporádica.
Quando falamos de missão no seio da Igreja, logo associamos a ideia da divulgação do Evangelho em África e na Ásia, sobretudo, quando, afinal, há tanto que fazer entre nós. E o trabalho a fazer tem de passar, antes do mais, pelo testemunho de fé no dia-a-dia, quer na defesa dos valores do cristianismo, quer mesmo nas opções políticas, sociais, artísticas e culturais.
Os cristãos têm de exorcizar o indiferentismo e o individualismo que campeiam nas comunidades religiosas, ao mesmo tempo que devem valorizar projectos de evangelização que apostem na defesa dos valores que têm suportado a nossa civilização.
Refere o Santo Padre que “nunca nos devemos envergonhar do Evangelho e nunca devemos ter medo de nos proclamarmos cristãos, silenciando a própria fé. Ao contrário, é necessário continuar a falar, alargar os espaços do anúncio da salvação, porque Jesus prometeu permanecer sempre e de qualquer forma presente entre os seus discípulos”.
Fernando Martins in Ecclesia

quarta-feira, outubro 11, 2006

“Deus torna possível os impossíveis do homem”.

1. “Aos homens é impossível, mas a Deus não...”. Um homem só por si, por mais bem que faça e por mais mérito que tenha, não pode salvar-se. A salvação do homem não pode ser obra do próprio homem.

• Só Deus, para quem tudo é possível, pode salvar o homem. A salvação do homem consiste em este ter pleno acesso à vida de Deus e viver eternamente no seu amor. Ora, só Deus pode, por sua iniciativa, absolutamente livre e gratuita, oferecer-se ao homem e acolher o homem na sua vida. Assim, a salvação do homem é obra de Deus.

• Só Deus pode salvar o homem. E não só pode como também quer e tudo faz para que tal aconteça. Deste modo, aquilo que é impossível torna-se possível.

2.”Que hei-de fazer para alcançar a vida eterna?”
Se só Deus pode salvar e se a salvação é dom de Deus, tem realmente sentido a pergunta daquele homem? Pela resposta de Jesus, podemos concluir que sim, ou seja, o homem tem necessidade de saber o que deve fazer para que a salvação aconteça na sua vida.

• Na verdade, só Deus pode salvar, só Deus, no seu infinito amor, pode abrir ao homem as portas da vida eterna. No entanto, o homem precisa de acolher a oferta de Deus e de lhe corresponder com a sua vida, aderindo a Ele com toda a sua mente, com todo o seu coração e com todo o seu ser.
• Sim, Deus quer que todos os homens se salvem, mas não salva nenhum homem sem que este dê o seu consentimento, sem que este mostre com a sua vida que realmente quer ser salvo por Ele.
• Para que a salvação aconteça na sua vida, o homem precisa, antes de mais, cumprir os mandamentos. O cumprimento dos mandamentos está ao alcance do homem, de todos os homens.


3. Mas não basta o simples cumprimento dos mandamentos. Jesus exige algo mais e mais radical. Àquele homem, Jesus pede-lhe que se desprenda dos seus bens, que distribua o dinheiro pelos pobres e que, depois, já plenamente livre, O siga como discípulo.

• Com estas exigências, Jesus ensina-nos que o homem deve colocar Deus em primeiro lugar e amá-lo acima de todas as coisas. A riqueza:

  • Não pode ocupar o coração do homem, roubando o lugar que pertence a Deus.
  • Não pode tornar o homem cego em relação às necessidades dos pobres.
  • não deve impedir o homem de seguir Cristo com total liberdade interior, de alma e de coração.

Jesus afirma, com insistência e sem contemplações, que é muito difícil aos ricos entrar no reino de Deus. A riqueza é um obstáculo à salvação do homem, quando é adquirida injustamente, quando leva o homem a esquecer Deus ou a convencer-se de que não precisa de Deus, quando torna o coração do homem insensível à sorte do seu semelhante.

• Jesus liga a exigência do desprendimento ao convite a segui-l’O. E, facilmente, compreendemos este facto. Na verdade, sendo Ele o único Salvador, seguir Jesus, na fidelidade ao seu Evangelho, é condição indispensável para chegar à salvação de Deus.

4. “Quem pode então salvar-se?”
E tu, estás efectivamente preocupado com isso?
Queres realmente salvar-te?
Para tal, estás disposto a dar a Deus a oportunidade de te salvar?

“Que hei-de fazer?” Tu já sabes o que deves fazer, qual a atitude que deves assumir perante Deus, qual o caminho que deves percorrer.
Segue Jesus e sê coerente! Isto te basta!

sexta-feira, outubro 06, 2006

A FAMILIA NO PLANO DE DEUS

Vivemos num tempo em que os Valores da família são por muitos ignorados ou esquecidos.
As leituras bíblicas de hoje nos dão a oportunidade de refletir sobre a dignidade do Matrimônio cristão, dentro do maravilhoso Plano de Deus..

A 1 leitura fala-nos de Deus que criou o Homem e a Mulher, para se completarem, para se ajudarem, para se amarem. (Gn 2,18-24)
- Apesar de possuir o domínio sobre todas as criaturas, o homem não está plenamente realizado. Sente uma profunda SOLIDÃO.
- DEUS preenche a sua solidão, ao criar a mulher, dotada da mesma natureza e da mesma dignidade. Homem e Mulher complementam-se e os dois juntos levam a bom termo a obra do Criador.

* O texto não é uma reportagem dos factos passados, mas uma CATEQUESE.

1) A solidão é uma experiência terrível para a pessoa humana. Mesmo na abundância de bens materiais, o homem não é feliz. Deus criou o homem e a mulher à sua imagem e semelhança. É na partilha de vida e de amor que o homem encontra a realização plena de sua existência.

2) Homem e mulher são iguais em dignidade. Eles são "da mesma carne", iguais no seu ser, partícipes do mesmo destino; completam-se um ao outro e ajudam-se mutuamente para atingirem a realização. Esta realidade exige que homem e mulher se respeitem e exclui qualquer atitude egoísta de dominação.

3) Unidade: "Tornar-se-ão uma só carne" = uma só pessoa... Uma fusão não apenas dos corpos, mas na sua totalidade: corpo e alma: com os seus projectos, os seus sentimentos, os seus ideais, as suas tendências, as suas esperanças, as suas amizades... A SUA FÉ...

No Evangelho, Jesus é questionado acerca do DIVÓRCIO (Mc 10,2-6)
- Cristo responde: Moisés permitiu por causa da dureza do vosso coração… Mas desde o começo da Criação, Deus os fez homem e mulher. Por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe, e os dois serão uma só carne... Portanto, o que Deus uniu o homem não separe”.
- Diante da posição do Mestre, os discípulos ficam perplexos...
- E Jesus conclui: "Quem despede a sua mulher e se casa com outra, comete adultério"

* O divórcio e a poligamia não fazem parte do projecto de Deus. Jesus reafirma a unidade e a indissolubilidade do matrimonio e condena o divórcio e a poligamia. Cristo até admite a separação (em último caso), mas não um novo casamento.
Numa época, em que muitos procuram destruir ou desfigurar a família, é urgente proclamar o Plano de Deus sobre o Matrimonio e a Família. Não é uma norma da Igreja, é o Plano de Deus, reafirmado por Cristo.

+ O texto termina com uma referência às CRIANÇAS, as maiores vítimas de uma família fragmentada:
- As mães levam os seus filhos a Jesus para que os abençoe.
- Os apóstolos impacientes tentam-nas impedir…
- JESUS: "Deixai vir a mim as crianças. Não as proibais, porque o Reino de Deus é dos que são como elas… Ele abraçava as crianças e as abençoava, impondo-lhes as mãos".

* Os esposos não podem pensar só em si mesmos, esquecendo os filhos… A Missão dos pais, é repetir o gesto das mães israelitas: levar os filhos a Jesus, para que, abençoadas por ele, conservem a inocência e sejam um dia recebidas no reino dos céus, preparado para elas.

+ A nossa atitude para com os divorciados:
- Acolher, integrar, compreender e ajudar aqueles a quem as circunstâncias da vida impediram de viver o projecto ideal de Deus.
- Sem renunciar ao "ideal", que Deus propõe e Jesus reafirma no Evangelho.

A felicidade de uma família só existe quando há COMUNHÃO: - entre os esposos - com os filhos e - também com Deus…
Rezemos para que as nossas famílias sejam a família que Deus quer: "Santuário da vida" e "Berço do Amor e da Fé".

sexta-feira, setembro 29, 2006

Deus não é Monopólio de ninguém (Nm 11,25-29)

Aos que têm a tentação de limitar ou condicionar Deus, monopolizando-o para si, as Leituras de hoje lembram-nos DUAS VERDADES:
  1. A PALAVRA de Deus não é monopólio de ninguém: deve ser anunciada por todos: "Oxalá todo o povo profetizasse".
  2. O NOME de Jesus não é monopólio de ninguém: mais do que pertencer ao grupo de Cristo, o importante é estar "em sintonia" com Jesus… Como diz o Papa: "Devemos ser amigos de Jesus, não donos".

* Deus tem uma dimensão de salvação bem mais ampla, do que pensamos… Ele nunca se torna posse de uma instituição ou de um grupo de pessoas. "O seu espírito sopra onde e quando quer".

O REINO não pode ser um grupo fechado e fanático... Deve ser uma comunidade que sabe qual o seu papel e a sua missão, mas reconhece que não tem o exclusivo do bem e da verdade e se alegra com tantas pessoas, que buscam a Deus com sinceridade, praticam com lealdade o Bem, a Verdade e a Justiça, mesmo sem pertencer ao grupo cristão,

O verdadeiro DISCÍPULO não tem inveja do bem que outros fazem, não sente ciúmes se Deus actua através de outras pessoas, não pretende ter o monopólio da verdade, nem ter o exclusivo de Jesus.

O verdadeiro discípulo esforça-se por testemunhar os valores do Reino e alegra-se com os sinais da presença de Deus em tantos irmãos, que lutam por construir um mundo mais justo e mais fraterno.

Jesus não quer que sua IGREJA seja um gueto fechado, mas um rebanho aberto a outras ovelhas, que ainda não são do seu rebanho. Deve estar sempre atenta aos sinais dos tempos, para uma perene renovação, guiada pelo Espírito do Senhor...

quinta-feira, setembro 21, 2006

"Porque discutis?"

As leituras bíblicas de XXV Domingo do Tempo Comum lembram-nos um problema frequente, mesmo nas nossas comunidades cristãs: a tentação do poder. Segundo muitos autores, a sede pelo poder corrompe mais do que a própria imoralidade ou a ganância financeira.

Jesus aponta o CAMINHO para ser o maior... :

1) Em primeiro lugar, o espírito de Serviço... "Se alguém quiser ser o primeiro, seja o último e aquele que serve a todos". Os seguidores de Cristo devem ver o ministério como serviço, não como posto de honra ou lugar de prestígio e poder. Devem usar os dons recebidos de Deus a serviço dos irmãos. O Ministro não é maior, nem mais santo, só por ser ministro.

2) Em seguida, Jesus apresenta uma CRIANÇA como MODELO: "Pegou numa criança, colocou-a no meio deles, e abraçando-a, disse: Quem acolher em meu nome uma destas crianças, é a mim que me acolhe...". Com este gesto, o Mestre deseja apresentar um modelo novo de relações, marcadas pela ternura, pelo serviço e pela fraternidade.
"Por que discutis?"
• Na Sociedade competitiva, em que vivemos, desde pequenos somos dominados pela idéia de que, se não tivermos beleza, inteligência, riqueza, simpatia, nunca conseguiremos sucesso na vida.

• E na nossa Comunidade? Também há discussões, críticas, ambições, rivalidades? Por que? Onde está a raiz de tudo? Desejo consciente ou inconsciente ser o MAIOR? Procuro cargos, títulos, honrarias ou elogios…?

• E nas nossas famílias? Há divisões, conflitos… ciúmes…separações… Por que? Quando um ganha, os dois perdem!... Não há vencedores...

+ Na comunidade cristã, quem são os primeiros? As palavras de Jesus não deixam qualquer dúvida: "Quem quiser ser o primeiro, seja o último de todos e o servo de todos".
  • Na comunidade cristã, a única grandeza é a grandeza de quem, com humildade e simplicidade, faz da própria vida um serviço aos irmãos.
  • Na comunidade cristã não há donos, nem grupos privilegiados, nem pessoas mais importantes do que as outras, nem distinções baseadas no dinheiro, na beleza, na cultura, na posição social...
  • Na comunidade cristã há irmãos iguais, a quem a comunidade confia serviços diversos tendo em vista do bem de todos. Aquilo que nos deve mover é a vontade de servir e de partilhar com os irmãos os dons que Deus nos concedeu.

Quais as consequências a tirar para Igreja deste Evangelho?

domingo, setembro 17, 2006

PARA MEDITAR (XXIV Domingo Comum B)



"Que importa se alguém diz que tem fé e não a põe em prática...
A Fé sem obras é morta!"
(Carta de São Tiago)

quinta-feira, setembro 14, 2006

Vai casar pela Igreja....

Vai casar pela Igreja? Então precisa de ver isto.

Ser cristão é ...

O que "os homens" dizem de Jesus?
  • Muitos vêem Jesus como um HOMEM BOM, atento aos sofrimentos dos outros;
  • outros vêem Jesus como um admirável MESTRE que tinha uma proposta de vida interessante;
  • alguns vêem Jesus como um grande LIDER, que acendeu a esperança nos corações das multidões carentes;
  • outros, ainda, vêem Jesus como um REVOLUCIONÁRIO, preocupado em construir uma sociedade mais justa e mais livre.
    = Todos apresentam Jesus como "um homem" extraordinário, que marcou a história como tantos outros. Mas um HOMEM apenas.

Quem é Cristo para nós?
- Ele é o Messias libertador, que o Pai enviou ao nosso encontro com uma proposta de salvação e de vida plena?
- Temos um conhecimento pessoal de Cristo, ou apenas o que aprendemos na Catequese, nos livros ou nas palestras?

Quem são os verdadeiros discípulos de Jesus?

  • São os que seguem apenas umas obrigações legais e umas práticas religiosas?
  • A Igreja procura redescobrir o essencial do ser cristão: seguir de Jesus.
  • Ser cristão é seguir Jesus no caminho do amor e do dom da vida. Seguidor é aquele que renuncia a si mesmo e toma a mesma cruz de Jesus.
  • RENUNCIAR A SI MESMO significa não pensar só em si mesmo. Não se deixar dominar pelo egoísmo, pelo orgulho e pela auto-suficiência.
  • TOMAR A CRUZ não significa apenas suportar as aflições da vida com paciência. A Cruz é o sinal do amor e da doação mais completa. Nós carregamos a cruz todas as vezes que nos sacrificamos a nós mesmos para praticar o bem e fazer alguém feliz.
  • Sinto-me um "Seguidor de Cristo?"

segunda-feira, setembro 04, 2006

Os jovens apresentaram contas da FEIRA MEDIEVAL

No passado Domingo, foram lidas na Eucaristia Dominical as contas da Feira Medieval que se realizou no Baraçal no passado dia 20 de Agosto.
Foi supreendente o saldo positivo que apresentaram 893 euros!!!
Concerteza, fruto de muito trabalho e grande dedicação.
Todas as pessoas do Baraçal e não só ficaram muito admiradas como agradavelmente surpreendidas. Já são quase profissionais!!!
Quem dera que encontrassem sempre o apoio e o carinho de todos.
E, certamente, muitas mais surpresas poderiam acontecer!
O grupo de jovens decidiu entregrar à Igreja 300 Euros, a uma instituição de solidariedade (a designar) outros 300 Euros e o restante fica para continuarem a surpreender as pessoas do Baraçal e não só!!!
A eles, o nosso muito obrigado. Continuem, incentivem os outros jovens e não desistam.
Deus recompensar-vos-á.