sexta-feira, junho 15, 2007

Notícia na VOZ DO BARAÇAL

"Chegou-nos ao conhecimento que em breve as obras do tecto do Altar-Mor vão ser iniciadas sendo o seu custo de 20 000 euros mais IVA, faltam ainda cerca de 7.500 euros a Junta de Freguesia faz o apelo a todos os Baraçalences e amigos espalhados pelo Mundo para darem o seu contributo sabemos que alguns dirão que anteriormente já contribuíram, foi com essa contribuição que o Altar principal e os Laterais já foram reconstruidos agora é só mais um esforço para que fique a obra completa.

A Junta de Freguesia sempre esteve e esta solidária com a nossa Igreja e irá entregar o seu donativo logo que as obras comecem (vão iniciar-se em Julho).

Algumas Senhoras já se disponibilizaram para a recolha de ofertas (recolheram já mais de 2.000 euros) mas sabemos que as dificuldades são muitas, por isso aqui deixamos este apelo.
Os donativos poderão ser enviados ou entregues para:


Junta de Freguesia do Baraçal,


6360 -­020 Baraçal (serão mencionados na Voz do Baraçal )


ou


directamente para a Comissão Fabriqueira da Paróquia do Baraçal


ou faze-lo pessoalmente.


Não deixe pois de colaborar, vamos ajudar à conservação da nossa Igreja, e quando todos contribuem é mais fácil".

Fonte: Jornal nº 75, Voz do Baraçal

quarta-feira, junho 13, 2007

"Cessem as palavras, falem as obras".

Santo António

sexta-feira, junho 08, 2007

Festa do Corpo de Deus 2007 - Velosa



O encontro com o Senhor, o perdão dos nossos pecados, a comunhão da comunidade são alguns dos “milagres” da Euca-ristia, são a salvação de Deus a acontecer na nossa vida e na vida do mundo! Estes “milagres” acontecem na nossa vida sempre que celebramos a Eucaristia e nos abrimos à acção de Deus

Como olhamos para a Eucaristia?
Apenas como uma cerimónia ou um conjunto de ritos sagrados? Que importância lhe conferimos e que lugar lhe damos na nossa vida? Faz parte do conjunto das nossas principais prioridades? Sentimos necessidade da Eucaristia dominical e somos capazes de fazer algum sacrifício para participar nela?

Fazemos depender a nossa participação da hora a que é celebrada, do padre que a celebra, da igreja ou da terra em que é celebrada? Ou, antes, a nossa fé é suficientemente forte para vencer o comodismo, eliminar preconceitos, anular bairrismos e encurtar distâncias?

Vês e sentes como um desprestígio ou uma humilhação ter que te deslocares a outra comunidade para tomares parte na Eucaristia dominical? Como pode alguém acreditar na tua fé e no teu amor à Eucaristia se, não a tendo na tua terra e podendo, não te dispões a ir a outro lado, mesmo quando é bem perto, ali ao lado?!

A fé, quando é autêntica, e a comunhão eclesial, quando é sentida, levam o cristão a vencer o comodismo e a superar os particularismos das terras e lugares. Quando os cristãos acre-ditam de verdade e de verdade procuram a Deus, usam todos os meios que estão ao seu alcance para celebrarem a fé e se encontrarem com Ele. Se a nossa fé não nos põe a caminho e não nos abre a outras comunidades, não será porque ainda não acreditamos verdadeiramente em Cristo nem professamos a verdadeira fé da Igreja?

Os cristãos e as comunidades não podem exigir aos padres que façam mais do que o que podem, isto é, que celebrem mais vezes a Eucaristia do que as que são permitidas. Nem os sacer-dotes devem embarcar nessa pretensão porque, para além do mais, o padre precisa de tempo e de tranquilidade de espírito para celebrar bem a Eucaristia...

Além disso, não é legítimo nem sério esperar mais vocações para que tudo continue na mesma, ou seja, para que os cristãos permaneçam no seu comodismo e fechados nos estreitos horizontes das suas “capelas”. Deus já não vai nessa conversa e faz Ele muito bem!

O que é necessário e urgente é descobrir a verdade da Eucaristia, senti-la realmente como o sacramento do amor de Deus pelos homens, celebrá-la, seja onde for, a que horas for, por e com quem for, como o acontecimento maior da nossa salvação.

terça-feira, junho 05, 2007

O Gilberto vai ser ordenado Diácono e o Hugo instituído Leitor

No próximo dia 1 de Julho na Sé Catedral, o Gilberto Antunes vai ser ordenado Diácono e o Hugo Martins vai ser instituído Leitor.

São passos importantes e decisivos em direcção ao sacerdócio.
Certamente, vamos todos acompanhá-los com a nossa oração e a nossa amizade.

segunda-feira, junho 04, 2007

Da Homilia do Senhor Patriarca no Domingo da Santíssima Trindade (3 Junho 2007)

"A Igreja, (...), como Corpo de Cristo e sacramento de salvação, está na sociedade como fermento do Reino de Deus , na medida em que, na sociedade, devido à presença dos cristãos, a cultura que inspira os comportamentos e o relacionamento mútuo entre as pessoas e as instituições se aproximam do amor, pela prática da justiça."

"Esta missão é responsabilidade de todos os membros da Igreja, mas é-o, de forma peculiar, dos cristãos leigos que vivem inseridos na sociedade, partilhando a mesma vida de todos os homens. (...) Eles são chamados por Deus, e a sua missão é imprimir na ordem temporal a verdade do Evangelho, influindo na cultura, seguindo os valores éticos que levam à justiça e ao amor, fazendo crescer a sociedade como uma comunidade onde a dignidade da pessoa humana seja respeitada."

"A fé cristã não é uma fuga do mundo, mas uma missão para transformar o mundo a partir de dentro , da sua própria realidade."

"Esta missão dos cristãos no meio do mundo é exigente. Supõe, antes de mais, a fidelidade a Jesus Cristo, uma vocação de santidade, a viver em Igreja. Por outro lado, entre os critérios do mundo e os do Evangelho, há contrastes que provocam sofrimento e exigem coragem. Podem cair na tentação de deixar o mundo em paz, com os seus critérios e reservar a expressão da sua fé para a intimidade(...)."

"Perante esta evolução da sociedade não basta lastimar-se e denunciar; é preciso agir, numa coerência evangélica, em todos os campos onde os cristãos estão inseridos: a família, a política e administração, a vida económica, a vida social. Escrevem-me, como se bastasse uma palavra minha ou de todos os Bispos em conjunto para mudar o rumo da evolução. Não é assim: a grande força da Igreja na sociedade é constituída pela coerência evangélica dos cristãos que vivem no mundo, no seio da Cidade."

domingo, maio 13, 2007

... nos 90 anos das Aparições de Fátima!

Ao Teu coração materno, Senhora, queremos hoje confiar os nossos anseios e as nossas inquietações e as do nosso mundo, com a invocação que em Fátima, fez ressoar o Papa João Paulo II:

Mostra que és nossa Mãe!

Mãe das crianças: como o foste de Jesus menino, ajudando-as a crescer em idade, sabedoria e graça;

Mãe dos jovens: que pelo testemunho da beleza da tua humanidade e da tua fé possam descobrir o encanto e a beleza da vida com Cristo;

Mãe dos lares e das famílias, a quem chamas a redescobrir a beleza do seu amor. Faz que ele se torne mais forte que toda a fraqueza e toda a crise;

Mãe dos doentes e dos idosos: pela constante protecção nos seus sofrimentos e na solidão, sê para eles Consoladora dos aflitos;

Mostra que és nossa Mãe!

Mãe da nossa fé: que nos dás a conhecer Jesus, bendito fruto do teu ventre, e nos convidas a acolhê-Lo com a alegria e a prontidão do teu “sim”;
Mãe da Igreja, humanamente limitada e pobre, santa e pecadora, mas empenhada como Tu em abandonar-se à acção do Espírito que a santifica, renova e embeleza, para que deixe transparecer a beleza do rosto de Cristo no mundo;

Mostra que és nossa Mãe!

Mãe do nosso mundo, da grande família humana;
Mãe dos pobres, que recordas ao Pai na oração do Magnificat, dos humilhados e ofendidos na sua dignidade, dos que não encontram trabalho, nem casa, nem pão… Que vejam reconhecida a sua dignidade;
Mãe dos povos, no início deste milénio, tão ameaçados por divisões e confrontos, por ódios, rancores, vinganças e terrorismos. Caminha com os povos para o diálogo das culturas e das religiões, para a solidariedade e para o amor;
Mãe, particularmente, dos povos do Médio Oriente, tão martirizados pela violência e pela guerra. Sê para eles Mãe do perpétuo socorro e Rainha da paz!

Mostra que és nossa Mãe!

Sim, continua a mostrar-te Mãe para todos, porque o nosso mundo tem necessidade de Ti, Mãe da divina misericórdia, Mãe da consolação, da esperança e da paz!

Vela por nós, filhos teus,
Mãe de Jesus, nosso Bem,
Tu podes, és Mãe de Deus,
Tu deves, és nossa Mãe!



D. António Marto

segunda-feira, maio 07, 2007

A IGREJA RECEBEU NO MÊS DE MAIO UMA GRANDE PRENDA (cerca de 3000 euros).

No passado Domingo, informei e esclareci que, depois de uma longa espera, a empresa Martinho Lobo Ferreira, tinha apresentado uma nova proposta de Orçamento para o restauro do Tecto do ALTAR MOR da Igreja Paroquial.


Houve uma redução de cerca de 3000 euros!!!

Valeu a pena esperar... Quem espera, quem insiste, quem não desanima... a maior parte das vezes, alcança os seus objectivos...

Esta redução, em relação ao primeiro orçamento, é certamente um bom incentivo para recuperarmos o TECTO DO ALTAR MOR.
Agora, o orçamento é de 20.000 + IVA (24.200 euros).
A Igreja neste momento tem cerca de 13.200 euros... Claro que não é suficiente, mas acredito que, mais uma vez, com o empenho de todos, vamos conseguir restaurar esta magnifica obra de arte... Penso que todos concordam que não pode continuar a degradar-se. Afinal, a Igreja é o ex-libris do Baraçal.

É gratificante quando vemos a surpresa das pessoas que a visitam. Ficam agradavelmente supreendidas pois não estava à espera de encontrar uma Igreja tão rica e tão bonita...

Certamente continuaremos as obras com a SUA AJUDA...

sexta-feira, maio 04, 2007

Dia da Mãe

Recordando um pouco da história do dia da Mãe, desde a longínqua festa da mitologia grega em honra de Rhea, a mãe dos deuses, celebrada à chegada da Primavera, passando pelo “Mothering Day” no século XVII, em que as operárias inglesas tinham folga para visitar as suas mães e as acarinharem no 4º Domº- da Quaresma, até ao tempo da americana Anne Jarvis, que ajudada pelas suas amigas a superar uma enorme depressão pela perda da sua mãe, resolve criar em 1905 uma festa em honra de todas as mães, conseguindo que o próprio Presidente Wilson a institua no 2º- domingo de Maio em 1914, assim chegamos aos nossos dias, em que ainda há pouco tempo celebrávamos o Dia da Mãe juntamente com a festa da Imaculada Conceição de Maria, Mãe de Jesus, a 8 de Dezembro, e actualmente se passou a celebrar no 1º Domingo de Maio.

Embora hoje ofereçamos flores diversas às nossa Mães neste dia, foi também Anne Jarvis quem sugeriu o cravo branco como a flor - símbolo do amor maternal e das suas virtudes: a entrega abnegada, a resistência, fidelidade e pureza.

Neste Domingo, certamente, uma vez mais, cada um recordará e homenageará a sua Mãe como puder, como quiser e como souber.

Recordemos:


As Mães mais esquecidas e abandonadas, as mais carentes, idosas e doentes,

Mas também as Mães de todas as idades,

As sempre sorridentes, apesar de angustiadas,

As sempre disponíveis, apesar de cansadas,

As mais generosas, apesar de carenciadas,

E as que sempre perdoam, apesar de envergonhadas e maltratadas
.


A elas dedico o belíssimo poema de Almada Negreiros:

Mãe! Vem ouvir a minha cabeça a contar histórias ricas que ainda não viajei!
Traz tinta encarnada para escrever estas coisas!
Tinta cor de sangue verdadeiro, encarnado!
Eu ainda não fiz viagens
E a minha cabeça não se lembra senão de viagens!
Eu vou viajar.
Tenho sede! Eu prometo saber viajar.
Quando voltar é para subir os degraus da tua casa, um por um.
Eu vou aprender de cor os degraus da nossa casa.
Depois venho sentar-me a teu lado.
Tu a coseres e eu a contar-te as minhas viagens, aquelas que eu viajei, tão parecidas com as que não viajei, escritas ambas com as mesmas palavras
.

Mãe! Ata as tuas mãos às minhas e dá um nó-cego muito apertado!
Eu quero ser qualquer coisa da nossa casa.
Eu também quero ter um feitio, um feitio que sirva exatamente para a nossa casa, como a mesa. Como a mesa.

Mãe! Passa a tua mão pela minha cabeça!
Quando passas a tua mão na minha cabeça é tudo tão verdade!

quarta-feira, maio 02, 2007

HORÁRIOS


Dia 06 (Domingo) -Eucaristia - 10.30 h